Pesquisar neste blog

Carregando...

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Estudo de Caso - BPM

Caros Amigos e Leitores,

Resolvi postar um último material antes de encerrarmos o ano de 2009, e acredito que tenho algo bom para falar para todos nós – profissionais, estudantes e entusiastas da gestão de/por processos no Brasil.

Nos últimos 4 meses estive envolvido em um projeto muito importante para uma grande empresa nacional e líder em seu segmento. Como já devem imaginar, não vou citar o nome do cliente, mas vou tentar fazer um resumido estudo de caso para vocês. Assim teremos mais esta experiência compartilhada.

O Problema:
A empresa acabara de passar por uma mudança estrutural/organizacional bastante radical, diversas áreas e profissionais foram envolvidos e afetados durante o processo. Não bastando tal revolução, neste mesmo ano a empresa decidiu melhorar substancialmente a sua estratégia e forma de relacionamento com os clientes.
Com toda essa mudança a empresa apontou diversas melhorias, mas a sua arquitetura corporativa continha diversos pontos cinzentos nas definições de atividades e responsabilidades, ficando evidente a urgência em adquirir uma visão mais completa e detalhada dos processos corporativos, bem como estabelecer uma forma de garantir a continuidade evolutiva da gestão e a padronização dos conhecimentos e diretrizes.

O Projeto:
Com o entendimento do cenário acima, decidimos - junto com o cliente – realizar um projeto de curta duração, com término ainda em dezembro de 2009, mas que fosse suficientemente abrangente e permitisse a evolução dos conhecimentos adquiridos pela empresa.
Em linhas gerais, estabelecemos um escopo que realizaria:

1- Uma análise da maturidade corporativa em gestão de processos e a sua prática metodológica
2- A criação de um mapa evolutivo da realidade de gestão dos processos corporativos
3- A criação de uma metodologia completa e sob medida que se adequasse a realidade atual e sua evolução
4- A capacitação dos “multiplicadores” do conhecimento em gestão de processos
5- A realização de um projeto para aplicação da metodologia em um processo primário da empresa

A Realização:
Por ter sido o líder do projeto, desenvolvedor da metodologia, e realizador de cada atividade proposta em seu conteúdo, posso dizer que tivemos dias realmente intensos e - sem exceção - extremamente gratificantes.
Devo apontar como fatores-chave de sucesso do projeto:

1- O envolvimento e comprometimento da alta direção da empresa
Posso dizer que em pouquíssimos projetos tive o privilégio de contar com uma direção tão participativa, confiante e diligente. Se todos os clientes tivessem tal seriedade na participação em projetos, teríamos uma média histórica muito melhor em ROI.

2- A equipe de contrapartida do Cliente
Não bastasse o envolvimento da alta direção, ainda tivemos o apoio, o envolvimento e a contribuição diária de profissionais extremamente dedicados e sérios no assunto gestão de processos. Poder contar com essa equipe de facilitadores e especialistas nos processos corporativos foi fator decisivo para sucesso deste projeto.

3- Ausência de dependência Tecnológica
Uma das premissas do projeto foi: Tanto a metodologia corporativa, quanto o projeto de prova dos conceitos, não deve ter qualquer tipo de dependência de ferramental específico para execução de processos (BPMS). Essa premissa nos deu a liberdade de definir os requisitos necessários, mas não nos atrelou a qualquer produto ou fabricante específico. Outro ponto crucial para a qualidade do trabalho.

Conclusão:
O projeto aconteceu invariavelmente conforme o planejado inicialmente.
Pode parecer pouco, mas quem vive de fazer projetos sabe a dificuldade que é garantir prazo, escopo, custo, expectativa, etc.
Resumidamente, hoje o cliente possui:

1- Uma metodologia completa e sob medida que:
a. Contempla o alinhamento estratégico dos processos em 4 vetores estratégicos complementares
b. Descreve Conceitos, Técnicas e Práticas para Levantamento, Definição, Teste, Melhoria, Execução e Monitoria de Processos
c. Define os requisitos mínimos necessários de ferramental de apoio (BPMS) segundo a realidade e maturidade da empresa
d. Define como manter viva a documentação e a realização dos processos ao longo do tempo

2- Certeza da aderência metodológica em relação à realidade corporativa
Com a realização do projeto de prova dos conceitos conseguimos aplicar e melhorar as práticas metodológicas até um ponto realmente satisfatório. Agora o trabalho do Cliente é continuar com a sua aplicação e promover a evolução do material.

3- Entendimento do que é Gestão de Processos e Gestão por Processos
Essa aparente similaridade esconde nuances importantíssimos para a evolução corporativa e sua conseqüente maturidade. Além disso, são diretamente complementares e pilares básicos para a constante e voraz necessidade de melhoria da capacidade competitiva.

4- Certeza de que é apenas o começo
Talvez o maior ganho do projeto seja a percepção ao seu término de que estamos apenas começando.
Pode parecer antagônico, mas é justamente o contrário. Com a realização deste tipo de projeto, e feito com a devida seriedade – nunca esperando que um produto/ferramenta de software resolva os problemas dos processos – podemos atingir este nível de “iluminação” corporativa.
Ao perceber a realidade, entender os problemas, avaliar as possibilidades de melhoria, e então propor mudanças, estamos adquirindo conhecimentos que até então foram subestimados corporativamente.

Bom, para finalizar, gostaria de deixar aqui uma mensagem que este sucinto estudo de caso propõe:

Agora é o momento ideal para aceitar que não conhecemos o suficiente, e que ainda temos muito que melhorar.

Se uma empresa, que é extremamente saudável financeiramente, que é rica em seu capital humano, inquestionavelmente sólida perante a sociedade, e líder absoluta em seu segmento, decide realizar tantas iniciativas visando o entendimento e a melhoria de sua complexa realidade, por que outras não devem fazer o mesmo?

Assumir que ainda temos muito a melhorar é apenas o primeiro passo em direção a melhoria – tanto corporativa, quanto pessoal – mas, isso não é o bastante.
É preciso ter coragem para agir e promover a mudança.

Aproveitando a data (30/12/2009), me aposso dos sentimentos pertinentes a este período de planejamentos e avaliações, e digo que deveríamos entender o breve caso acima como um saudável desafio pessoal para 2010. Por que não?

Desejo a todos um ótimo 2010, e que neste novo ano assumamos que podemos e devemos melhorar, e claro, comecemos a agir.

Grande abraço!

Gart Capote

sábado, 26 de setembro de 2009

A Estratégia, a Gestão e a Operação

O quanto a Empresa ainda pode crescer dentro deste mercado?
Qual o valor real de cada Cliente?
Qual a participação da Empresa no mercado alvo?
De que forma a Empresa deve se relacionar com seu público alvo?
Como conquistar e manter os melhores Clientes?
Como saber quais são os melhores Clientes?
Como alinhar e gerir a estratégia de relacionamento com os Clientes e os seus processos viabilizadores?
Qual a melhor tecnologia para apoiar a remodelada operação?

Estes são apenas alguns poucos e simples exemplos de perguntas e definições que as Empresas devem se perguntar.
A Verdadeira, estruturada e dinâmica gestão dos processos que suportam a estratégia de relacionamento com os Clientes é uma realidade para poucas e inovadoras Empresas, e sem dúvida, uma necessidade latente e incontestável para a maior parte do mercado mundial – Independentemente do Porte e Indústria que a Empresa faça parte.

Há algum tempo venho pesquisando, trabalhando e estudando sobre como criar um alinhamento efetivo e gerenciado entre a camada mais estratégica das empresas e a sua operação diária.
Não vou falar das técnicas e métodos que surgiram nas últimas décadas, pois como pude constatar - estudando e atuando no cotidiano das empresas e seus processos, a verdade é que, entre a estratégia definida, a sua operacionalização e gestão, em algum momento do caminho, este importante elo se perdeu completamente.

Fato:
As Empresas continuam elaborando estratégias e diretrizes de negócio excelentes, mas também continuam extremamente inábeis de gerir e garantir a sua realização.

Sei que muitos poderão se incomodar e até mesmo discordar do que disse. Não sou o dono da verdade, e claro, é direito seu ter outra opinião, mas para lhe ajudar a entender melhor o meu ponto de vista, vou lhe fazer uma pergunta simples:

- Você conhece alguma empresa que REALMENTE realiza as definições estratégicas em seu cotidiano de forma VISÍVEL, CONTROLADA, MEDIDA e facilmente MUTÁVEL?

Antes de me responder, vamos estabelecer alguns conceitos existentes nessa minha pergunta:

REALMENTE: posso dizer que é equivalente a algo definido e feito de forma prática, realista e viável – Algo que vai muito além das reuniões e divagações estratégico-filosóficas.

VISÍVEL: é quando a gestão enxerga a mais pura realidade da operação – Nada parecido com a miopia gerencial que encontramos no dia a dia, ou mesmo aquela “perfeita” perspectiva isolada que os gerentes possuem sobre a “sua” equipe e o trabalho por ela realizado.

CONTROLADA: sabe quando definimos algo ótimo no papel (diagrama, modelo, post-it, memorando, norma, etc.) e, quando vamos colocar em prática, no dia seguinte já não funciona conforme o definido? Isso é algo que não está nem perto de ser realmente controlado.

MEDIDA: quais os indicadores de resultado ou desempenho que estão sendo monitorados? Quem os definiu? De que forma? Como se bonifica algo na Empresa? Estamos apurando - efetivamente - a quantidade de trabalho realizado, ou o resultado apurado desse trabalho? Se algo não pode ser medido... Muito provavelmente erramos na definição do conceito, do objeto, ou da forma que deveria ser medido.

MUTÁVEL: os processos/atividades de apoio, gestão e negócio podem sofrer mudanças conforme a necessidade da Empresa, ou escrevemos tudo em pedra? Cada vez que algo precisa mudar, o seu tempo total para a mudança praticamente a inviabiliza? Isso é algo longe de ser considerável mutável.

Agora com os conceitos estabelecidos, vou perguntar mais uma vez:

- Você conhece alguma empresa que REALMENTE realiza as definições estratégicas em seu cotidiano de forma VISÍVEL, CONTROLADA, MEDIDA e facilmente MUTÁVEL?

Tendo a imaginar que você respondeu que não conhece, e se você respondeu que conhece – Por favor, me diga como faço para conhecer este raríssimo espécime.

A prática nos mostra que as Empresas ainda têm muita dificuldade na realização da estratégia definida, pois quando saímos da sala de reunião, as atividades do dia-a-dia continuam nos consumindo em tarefas menores e repetitivas, são muito os problemas operacionais e os terríveis “incêndios” reincidentes que precisamos apagar.
Ainda temos um equivocado orgulho em demonstrar que nos matamos de tanto trabalhar naquele determinado dia.
E você sabe do pior? Aquele dia foi exatamente igual ao anterior.
E como será amanhã?
Será que os problemas milagrosamente desaparecerão?
Eu posso apostar que não.

É muito comum nas definições estratégicas errarmos na precisão, e pior ainda, não considerar a real necessidade de capacitação de pessoal, de investimento e tecnologia de apoio, do verdadeiro tempo necessário para alcançar alguns dos objetivos.
Lembrando que uma Empresa é feita de pessoas, podemos intuir que essa dificuldade é nossa. Nós – profissionais - precisamos nos capacitar e adquirir o saudável hábito de RACIOCINAR.

Outra coisa muito importante, e quase um lembrete:

A partir do momento que dependemos exclusivamente da memória para nos lembrar de como deve ser feita uma atividade, e da boa vontade de um colaborador para realizar esta atividade conforme definida, realizar o processo que atende à determinada definição estratégica é praticamente um jogo de azar.

Dito tudo isso... Acho que – finalmente - tenho uma boa notícia:
O alinhamento entre a Estratégia, a Gestão, e a Operação, são possíveis.

Não tenho a pueril pretensão de definir neste texto uma fórmula mágica e incontestável, mas, como profissional e estudioso do assunto, devo dizer que – finalmente - estamos caminhando para a realização diária de boa parte da teoria existente.
Tenho participado e vivenciado projetos que não se parecem mais com muitos outros anteriores.
As empresas estão amadurecendo. Não tenho visto tanta venda de gestão travestida de software, e vice-versa. Hoje, eliminando os “profetas” e oportunistas que insistem em vender softwares que resolvem tudo, tenho percebido uma salutar descrença no imediatismo de resultados. Estamos vivenciando projetos que nascem com previsão mais realistas de retorno. Essa é a primeira evidência desta maturidade.

Para não me estender demais neste post, gostaria de finalizar dizendo que, somente quando os Profissionais, e principalmente, os Consultores, tratarem o assunto com a devida seriedade, teremos uma VERDADEIRA compreensão do tema, e mais ainda, o entendimento da real NECESSIDADE de alinhamento entre todos os conceitos, práticas e técnicas que regem a realizam a Estratégia, a Gestão e a Operação das Empresas.

Uma Empresa é muito mais que um mapa de diretrizes estratégicas definidas e aprovadas hermeticamente isoladas da realidade operacional.
Uma Empresa é muito mais que um conjunto de atividades que precisam ser realizadas e pessoas que precisam ser controladas.
Uma Empresa é muito mais que um parque tecnológico recheado de sistemas legados esperando por modernização ou substituição.

Salvo raras exceções, uma empresa precisa mais dos seus Clientes, do que os Clientes precisam dos seus produtos e serviços.
Para essa conta funcionar é preciso ter a Estratégia, a Gestão, a Operação e as Tecnologias de apoio trabalhando a favor do negócio – e saiba que, isso não é algo simples e trivial de se fazer.
O esforço é muito grande, e ao mesmo tempo, impiedosamente mandatório.
A sobrevivência corporativa no mercado atual e futuro não é questão de ter o melhor produto, ou o mais barato, mas sim uma questão de percepção de valor pelo seu mercado consumidor.

Ajudar a criar, e manter essa percepção, é o nosso desafio diário.

Gart Capote

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Analista de Processos - Rio de Janeiro - 2 Vagas

Sr(a)s.,
Devido a urgência do pedido, vou abrir uma exceção e postar uma oferta de emprego aqui no Blog. Bom, é o seguinte:
Consultoria procura profissionais com alguma experiência em modelagem de processos usando BPMN e conhecimentos em BPM.
São 2 Vagas para o Rio de Janeiro - Projeto Temporário
Os Interessados podem enviar CV diretamente para o meu e-mail que eu encaminharei ao responsável, ou podem comentar enviando e-mail para contato.

Obrigado desde já!

Um abraço,

Gart Capote

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Evento Internacional de BPM

Queridos Leitores,

Em outubro receberemos pela primeira vez no Brasil o aclamado Prof. Michael Rosemann. Conhecido e respeitado por seu envolvimento com a Gestão de Processos, o Prof. Rosemann nos apresentará uma série de práticas e conceitos coletados e refinados com base nas suas experiências em mais de 25 países.
É realmente um grande oportunidade para todos nós.
Quem quiser saber mais sobre o evento é só seguir o link abaixo.
Um abraço e até lá!

Gart Capote

Elaboração e Implantação de Estratégias de Sucesso em BPM.


Conheça a história e o atual estágio do BPM no Brasil.

Explore estratégias, práticas e modelos inovadores de casos globais de BPM.
Conheça os benefícios e aplicações de um Modelo de Maturidade em BPM para avaliar e planejar o desenvolvimento de BPM dentro de sua organização.

Participação do Prof. Michael Rosemann, autoridade mundial em BPM!
Veja maiores detalhes em:

http://www.elogroup.com.br/eventobpm/

Datas e Locais

1 de outubro | Brasília
7 de outubro | São Paulo

8 de outubro | Rio de janeiro

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Dia Histórico para o BPM e a Gestão de Processos no Brasil

Queridos leitores,

Vocês já me conhecem há algum tempo, e sem falsa modéstia, acho que posso dizer que, hoje, muito provavelmente, é um dos dias mais importantes para o BPM e a Gestão de Processos no Brasil.
Hoje estamos trazendo para o nosso idioma a maior fonte de referências e conhecimentos em BPM (Business Process Management).
Em nome da ABPMP Brasil, é com muita felicidade que dou a seguinte notícia:

Na data de hoje, 13-08-2009, e com muito orgulho, disponibilizamos a versão integralmente traduzida para o Português (BR) do BPM CBOK® (Business Process Management Common Body of Knowledge).
Este é o resultado de mais um trabalho voluntário dos membros da ABPMP Brasil, que hoje já é reconhecida internacionalmente pela sua liderança, agilidade e qualidade.
Parabéns mais uma vez a toda equipe de voluntários por este ótimo trabalho, e pela impressionante dedicação aplicada.

Para quem ainda não conhece a ABPMP este é o Link do Chapter Brasileiro:
www.abpmp-br.org

Gostaria mais uma vez de agradecer ao Sérgio Mylius e ao José Davi Furlan pela primorosa condução e revisão deste importantíssimo trabalho, e claro, parabenizar todos os participantes pelo excelente trabalho realizado.
Conforme consta na página 03 em "Prefácio à edição em português", os seguintes profissionais participaram do trabalho de tradução:

Consolidação, formatação, padronização, gerenciamento de configuração e revisão geral:
José Davi Furlan, São Paulo, SP
VP ABPMP Brasil e membro do CBOK® Maintenance Committee


Coordenação da tradução e glossário:
Sérgio Mylius da Silva, Porto Alegre, RS
VP ABPMP Brasil

Membros categoria “Professional” da ABPMP que participaram da tradução (T), revisão (R) e/ou elaboração do glossário (G):

o Carlos Eduardo Fonseca Pimenta, São Paulo, SP (T, R, G)

o João Rufino de Oliveira, Rio de Janeiro, RJ (T, R, G)

o Alexandre Mota Machado, Porto Alegre, RS (T, R)

o Ana Catarina Lima Silva, Belo Horizonte, MG (T, R)

o Maria José Belém Martins Moreira, São Paulo, SP (T, R)

o Marcelo Raducziner, Rio de Janeiro, RJ (T, R)

o Carlos Augusto Afonso, São Paulo, SP (T)

o Roger Faleiro Torres, Belo Horizonte, MG (T)

o Mário Matos da Silva Filho, São Paulo, SP (T)

o Maurício Bitencourt, Porto Alegre, RS (T)

o Nihad Faissal Bassis, Brasília, DF (T)

o José Gustavo Quadro, Porto Alegre, RS (T)

o Danilo Antonio Leite, Belo Horizonte, MG (T)

o Neli Kiyomi Kawamura, São Paulo, SP (T)

o Helio de Barros Pereira, Recife, PE (T)

o Leandro Pfeifer Macedo, Brasília, DF (T)


Finalizando, gostaria de dizer que tenho muito orgulho de fazer parte deste mais que seleto grupo de profissionais.
Nossa próxima missão para este ano é trazer a Certificação Profissional Internacional para o Brasil – CBPP®. Vamos em frente.

Grande abraço para todos e até breve.

Gart Capote