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sábado, 26 de agosto de 2017

Já pensou nisso?

Quando entendemos e consideramos o todo, fica mais natural e previsível pensar e criar a evolução das partes envolvidas.



Em parceria com a Pipefy (www.pipefy.com), estou disponibilizando 4 artigos que tratam do alcance de uma visão mais completa sobre as abordagens de melhoria e transformação de processos, produtos, serviços e experiências.

Este post serve para "centralizar" os links dos 4 artigos e facilitar a sua leitura.

Para começar, siga a ordem dos links e boa leitura!
A culpa é do hardware



Processos interfuncionais e a visão de design


Encontre a diversão e o trabalho vira um jogo


Bloqueios humanos




sexta-feira, 25 de agosto de 2017

A culpa é do hardware


Uma organização, de qualquer tipo ou tamanho, com ou sem fins lucrativos, é feita primordialmente de processos.
Apesar desse lugar comum e inquestionável que acabei de citar, uma das maiores causas de problemas nas organizações pelo mundo todo, ainda está na falta de consciência, clareza e visão sobre o trabalho que é feito no dia a dia e, mais ainda, sobre todos os ajustes informais e velados que são criados a cada minuto por colaboradores que, para resolver problemas pontuais, criam alternativas individualizadas, isoladas e, facilmente, desconectadas das necessidades e ambições organizacionais.
Hoje, se me perguntarem o que eu quase sempre encontro na gestão das organizações atuais, sem medo de exagerar, diria que ainda é o isolamento.

Permita-me contextualizar um pouco o tema “isolamento”:

terça-feira, 9 de maio de 2017

Gestão, Criatividade e Inovação.

Como transitar “magistralmente" entre processos, serviços, pessoas, tecnologias e experiências de clientes para viabilizar a modernização necessária nas organizações.
Sem dúvida, um dos grandes desafios do profissional atualmente. 
Não estamos diante de um “compendium" ou qualquer fórmula irrefutável, mas sim, diante do resultado de muita análise, pesquisa e, por que não, ideação complementar. Ao final, estamos diante de um simples convite. Permita que eu explique melhor.
Tenho observado atentamente uma estranha “disputa" profissional que, infelizmente, vem sendo criada e nutrida internacionalmente pelas mais variadas formas de obtenção de atenção numa desesperada estratégia para criação de público.
  • Disrupção x Gestão - quem ganhará essa batalha?
  • Inteligência Artificial x Profissões “tradicionais” - o triste fim das profissões!
  • Melhoria x Transformação - Estamos perdendo tempo buscando melhorias?
  • Dinossauros x Unicórnios - Quem vai sobreviver?
Bom, resumindo minha opinião de maneira bastante rápida e objetiva:
Pelo amor das minhas calças jeans! Parem o mundo que eu quero descer.
Quando é que vamos entender que esse maniqueísmo pueril é algo negativo para todos os lados - tanto a luz quanto as trevas saem perdendo.
Não podemos orientar nosso pensamento de maneira tão booleana. Não somos máquinas… ainda.
Aliás, até podemos viver com esse pensamento restritivo e limitado, mas não parece uma das melhores alternativas.
Recentemente, uma certa senhora escreveu um livro que tem no seu título uma referência às mais variadas (50) tonalidades de uma mesma cor. Nem preto nem branco. Nossa vida é colorida, outras vezes cinza, em certos momentos quase translúcida… Considerando apenas a capa do livro dessa senhora, podemos dizer que a vida é isso mesmo - f**cking complex, baby!
Por qual motivo, hoje em dia, e em cada canto que se chega nessa internet, que tudo aceita e tudo venera, sempre encontramos alguém dando um prognóstico infalível sobre o futuro e, pior ainda, sempre nos deixando apenas com 2 alternativas igualmente ruins e excludentes?
Você quer fazer parte de um passado que está com os dias contado, ou quer seguir a nova tendência super cool?
Sua empresa é igual ao Google, Facebook, Apple, Netflix, Airbnb ou Uber?
Não? 
Tsc, tsc, tsc*… Você já era!
* Onomatopeia daquele som de reprovação que as pessoas fazem com a boca em certos momentos. Vai, pode fazer aí… Não consegue? Tsc, tsc, tsc.
Fechando o parêntese nunca antes aberto, te pergunto. Precisamos tratar de tema tão complexo quanto estratégia organizacional, modelos de negócio, gestão, tecnologias e pessoas, com tamanha superficialidade?
E o resto dos mortais? E as empresas que não são exponenciais, disruptivas, inovadoras e com ideias incríveis em seus portfólios e gênios?
Me diga aí. Como é que, num país como o Brasil, que vive uma realidade alucinante e dicotômica, “suddenly" ficamos rodeados de “experts" em disrupção, inovação e entrega de experiências sensacionais?
Onde vocês estavam nesse tempo todo? Por favor, nos ajudem a arrumar essa bagunça, pois está difícil continuar… penso eu.
Finalizando, e sem querer parecer um velho resmungão (só velho), apenas gostaria de deixar registrado aqui meu convite para uma iniciativa que pretendo desenvolver e compartilhar com todos vocês.
Vou lançar uma série de artigos, vídeos e podcasts tratando do tema Gestão, Criatividade e Inovação.
Nessa série, vamos falar de processos (digitais ou humanos), foco do cliente (outside-in), jornada do cliente, gamificação, neuromarketing, criatividade aplicada, melhoria de serviços (privados e públicos) e outros temas relacionados.
Spoiler sobre o conteúdo:
Não serei disruptivo... e nem exponencial. Apenas real. 
:p
Vou falar da mudança que acontece hoje, e, hoje mesmo, precisa ser endereçada em nossas atividades profissionais.
Vou encerrar esse singelo e, talvez, incompreendido convite, referenciando um trecho de um blog da Deloitte Internacional onde menciona uma necessária evolução profissional, mas de maneira bastante realista e objetiva.
"Business Experience Designer é uma função híbrida que transita perfeitamente entre a consultoria tradicional e ambientes mais criativos.
Em um único dia, esse profissional pode tratar de requisitos de sistema, mapear processos e, em seguida, conduzir pesquisas com Clientes e definir soluções digitais com novas estratégias." 
Nos próximos artigos vou trazer para vocês:
  • Princípios de Business Experience Designer
  • Conhecimentos e Habilidades por Domínios
  • Como o Business Experience Designer pode atuar e ajudar
  • Elementos da Evolução Gradual e Complementar
Sendo assim, acompanhe e compartilhe. Ficarei muito grato.
Mas não é só isso.
Ao amigos e colegas do mundo da Gestão Por Processos (BPM), Lean, 6 Sigma, Design Thinking e outras mais:
Chegou a hora de entender nossa nova jornada e planejar os próximos passos. É como digo a todo o momento para os colegas do Brasil, dos EUA e da Europa:
"Já está na hora de entender o Design Organizacional de maneira integrada, interfuncional e interorganizacional. Só assim teremos o olhar necessário para construção de melhores processos digitais, com valorização e engajamento humano e entrega de excepcionais experiências para os clientes.
Acredito que a grande (r)evolução humana não virá da inteligência artificial, mas da nossa capacidade empática e criativa em criar o mundo necessário."
Em 2007 eu era membro da ABPMP International (Chapter de Tampa Bay - Florida) e acreditava muito na proposta de valor dessa incrível disciplina de gestão e já acreditava muito na associação que a lidera até hoje.
Em 2008 convoquei colegas no meu blog de BPM para me ajudar a estabelecer o chapter da ABPMP no Brasil.
Desde 2014 a ABPMP Brasil é o maior chapter do mundo!
Esses resultados não são alcançados com o trabalho de pessoas isoladas ou sem alinhamento de propósitos. A união de pessoas sensacionais viabiliza esse resultado extraordinário e ímpar.
Entender que ainda temos muito o que fazer é dar continuidade nas ações necessárias e permitir que esse país avance de maneira estruturada e sustentável.
A ABPMP Brasil, o PMI e diversas outras instituições, capazes de unir profissionais, e não “videntes”, são as engrenagens desse motor que não pode parar.
O Business Experience Designer não deve ser entendido como mais uma “buzzword”, pois é uma função profissional para quem domina esses conhecimentos (projetos, pessoas, processos, tecnologias, serviços e experiências) e valoriza uma evolução continuada e sem fim. É o lifelong learning experience aplicado na prática.
Nunca duvide da capacidade de realização de um povo. Só precisamos unir as pessoas por um propósito nobre e com aplicação real, prática e imediata. 
Até breve!
Gart Capote
P.S.
Aos meus mais de 3100 queridos ex-alunos do curso de formação de analista de processos, uma boa notícia:
Preparem-se, pois a evolução da sua função já começou e virá acompanhada de um grande reposicionamento organizacional. Está na hora de tratar das experiências organizacionais e dos clientes. Vocês serão os mensageiros e viabilizadores dessa incrível e positiva mudança. Estaremos juntos nessa jornada!
P.S. 2
Já ouviu os podcasts? https://soundcloud.com/gart-capote/
P.S. 3
Artigo com muitas palavras em inglês... Sorry.

terça-feira, 11 de abril de 2017

"T Shaped Professional" - Novo Vlog



Acompanhe a série de 4 vídeos sobre o 
"T Shaped Professional".

As 8 Habilidades essenciais para os 
profissionais de gestão no séc. XXI.

Para assistir todos os vídeos, clique na imagem:


sábado, 1 de abril de 2017

Jornada do Cliente - Management Evolution Workshop



É isso aí!
Em julho estaremos em São Paulo para realizar o GEVO - Management Evolution Workshop.

Nesse ano, o tema será Jornada do Cliente e o Impacto nas Organizações.

No evento vamos criar jornadas utilizando o Customer Journey & Process Integration Canvas.
Vamos aprender sobre personas de clientes, relação entre necessidade x desejo, pontos de contato, canais, valor, pontos de integração, inovação em serviços e tudo que se relaciona com o universo de gestão de experiências.

Será um dia rico de experiências com um workshop prático (hands on) e todos aprenderão a criar melhores experiências para os clientes.

Participe do GEVO e aprenda na prática como criar melhores produtos, serviços e processos com o FOCO DO CLIENTE.

ATENÇÃO:
Por ser um workshop, as vagas são limitadas (apenas 60 lugares).
Sendo assim, não perca tempo e faça o quanto antes sua inscrição.

www.Management-Evolution.com

Até lá!

Gart Capote



quarta-feira, 8 de março de 2017

Fuja do Fluxograma

Hoje, ao divulgar a capa do meu 5º e mais novo livro, recebi um comentário que me deixou positivamente intrigado e inspirou a escrita deste post. A pergunta era:
"Como as empresas e os profissionais estão sendo enganados pelos fluxogramas?"
Não vou tentar resumir o conteúdo do livro inteiro em um post, mas vou explicar um pouco da ideia.
Sabe aquele fluxograma que documenta “lindamente” as coisas que acontecem em um processo organizacional?
Provavelmente, esse mesmo fluxograma, está totalmente errado e mentindo descaradamente para você e para a organização. É verdade!
As lideranças organizacionais estão cansadas de receber diagramas repletos de fluxos de atividades, regiamente modelados, coloridos, misturados com lógica decisória, regras de negócio espalhadas em várias partes, “perguntinhas” em decisões com lógica booleana e um monte de outros elementos que nada lembram a realidade operacional e sua capacidade… Sim, é isso mesmo.
O início do processo, sempre começando com um evento de início… O fim do processo, sempre representado com um evento de fim.
O término de um trabalho qualquer é conectado por sequência em outra atividade, que ao terminar é conectada em outra e assim por diante, até encontrar o almejado e exclusivo “evento final”. A coisa ainda fica pior! 
Entre uma atividade humana e outra, e com participantes diferentes, ainda se coloca um evento intermediário de tempo para representar um prazo ou qualquer outra “pausa” no trabalho…A liberdade criativa não tem fim!
Bom, só tenho uma coisa a dizer sobre esse tipo de representação. Isso não serve para produzir informação relevante para a tomada de decisão.
Esse tipo de abordagem, no máximo, ajuda a “explicar” os grandes passos lógicos de um processo. Nada mais. Sabe o motivo?
Esse fluxograma é a representação de uma lógica qualquer, mas em nada se aproxima da terrível e velada realidade organizacional. Os processos estão sendo representados dessa forma por décadas. Já está na hora de avançar.
Um dos grandes avanços que qualquer organização pode alcançar é simples e está disponível já. Seu nome é “Modelagem da Verdade”.
Não precisa comprar software, nem equipamento, nada mesmo. Basta aplicar os conceitos e princípios e você será capaz de representar os processos como eles realmente funcionam. Chega de ficar fluxogramando lógica ilusória de realização. 
Precisamos descobrir e evidenciar as desconexões, as diversas e implacáveis interrupções, a falta de fluidez nos trabalhos, a confusão que existe sempre quando se precisa tomar uma decisão, a quebra de informações, as centenas de atividades que ficam verificando se o que precisava ser feito foi realmente feito, os malditos e infinitos níveis de alçada de aprovação e seus milhares de “cientes” ao longo do caminho. Isso precisa terminar.
Quando você olha para um fluxograma buscando identificar a origem de problemas, certamente, terá dificuldade em encontrar.
Afinal, o tal fluxograma, nada mais é que uma linda e elaborada lógica modelada por profissionais buscando evidenciar seu poder de síntese e conhecimento sobre o tema.
O processo real, muito provavelmente, em nada se parece com o belo, colorido e alegórico fluxograma produzido e entregue pelos profissionais mais capacitados na notação. Uma pena.
Entenda. Isso aqui não é uma crítica aos profissionais, mas sim, uma necessária e contundente observação sobre o produto que entregamos no dia a dia.
Quando você reclamar que na sua empresa não valorizam o trabalho dos profissionais de processos, pare um pouco e reflita. 
Vocês estão entregando informações relevantes para a tomada de decisões e oportunidades de melhorias, ou estão apenas gerando documentação infinita sobre essa dimensão irreal/surreal de processos fluxogramados e ilusórios?
Quando é que os fluxogramas nos enganam?
Sempre que eles representam a lógica e não a verdade operacional.
Capacidade, tempo, custo, experiência do cliente, qualidade, nada disso vive na dimensão da lógica.
A realidade é cruel e precisa ser considerada. 
Enquanto buscarmos na ilusão dos fluxogramas a representação da verdade, estaremos, cruelmente, nos enganando e enganando as nossas organizações.
Nunca mais seja enganado pelos fluxogramas!
Antes de finalizar, e só para deixar alguns números de “alento", quero dizer que, aplico essa técnica há mais de 8 anos e já a ensinei para mais de 2000 profissionais e em dezenas de projetos em organizações. Ou seja, não sou um lobo solitário da modelagem da verdade.
Essa abordagem já é uma realidade, mas precisa de novos adeptos e apoio constante na divulgação de resultados.
Esse é um dos motivos de escrever esse novo livro.
Espero que gostem e apliquem. O resultado é fantástico e revolucionário. Pode acreditar.
P.S.
DEVIDO AO NÚMERO E RUMO DOS COMENTÁRIOS, PRECISO INCLUIR UM COMPLEMENTO AO POST
Acho que não fui claro o suficiente, e talvez não seja possível em um texto tão curto. Aparentemente, algumas pessoas não estão entendendo a ideia.
Quando vejo um fluxograma, preciso perguntar:
Qual o objetivo?
Se o objetivo é representar uma lógica de realização, apenas informativa e para extrair algum conhecimento de colaboradores e sistemas, ok, até tem alguma utilidade. Pouca, mas tem. Como alguns diriam, é melhor do que nada.
Se o objetivo é representar um processo para torná-lo o padrão de trabalho, e pior ainda, utilizar essa representação como orientação gerencial em avaliações, aí não tem jeito. Desculpe a sinceridade, mas essa não é a melhor opção.
Não é neste artigo que vou te ensinar a utilizar BPMN além da visão "fluxograma". E sim, na prática, fluxograma é um estilo de modelagem e muito utilizado para representar lógica. BPMN é muito mais poderoso que isso.
A ideia não é julgar o estilo "fluxograma" e culpá-lo por todo o péssimo resultado nas organizações atuais. Não é isso.
O livro, e não esse breve post, vai mostrar como avançar para o século XXI na sua modelagem de processos e utilizar BPMN sem que toda e qualquer representação de processos continue igual a tudo que já foi feito anteriormente, inclusive pintando células de planilhas, modelando em powerpoint, em Visio e outras ferramentas que - hoje - são totalmente anacrônicas.
"Fluxogramar" é uma forma de representar processos seguindo/segundo uma lógica de realização que, normalmente, não representa a realidade operacional. Esse é o problema.
Não adianta tapar o sol com a peneira. Essa é a verdade. Basta visitar uma organização e você encontra essa abordagem / estilo como a dominante. Simples assim.
Bom, não tenho condições de manter um debate ou aula por comentários, por isso, agradeço a participação e peço que esperem o livro para tirar melhores conclusões.
PS. Para quem quiser "provar" o gostinho da verdade em processos, também ensino essa técnica em meus treinamentos. Pode perguntar para quem já participou... :)
Grande abraço para todos! Esperem pelo livro!
Gart Capote