quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Curso de BPM - Entrega do Segundo Capítulo

Finalmente!!!

Após um looongo inverno, está entregue o segundo capítulo do nosso curso de BPM.

Peço aos participantes que - por favor - ao terminar a leitura, façam o que está escrito na última página. Combinado?

Fico no aguardo.

Abs,

Gart Capote

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Curso de BPM - Segundo Capítulo

Queridos Leitores,

Primeiramente, preciso pedir desculpas pela demora no envio do segundo capítulo do nosso curso de BPM.
Estou tendo dificuldades "logísticas" para providenciar tudo a contento, mas não vamos desanimar. Ok?

Então, é o seguinte:
Prometo que vou enviar até amanhã (28/11/07) o segundo capítulo!

Obs.: Recebi mais umas 20 e poucas solicitações de participação no curso. Não tem problema. Só que vocês precisam me dizer o e-mail para envio!!!!





Obrigado a todos pelo interesse e participação. Como já disse antes - Esse é o meu salário!

;)

Abs
Gart Capote

Revista Portal BPM

Sr(a)s.

É com grande orgulho que comunico a publicação de um artigo meu na revista Portal BPM.

Para quem não conhece, a revista é a pioneira a tratar de BPM e SOA no Brasil. É muito bem cuidada, possui ótimas matérias, artigos, e diagramação.

Realmente uma ótima iniciativa dos realizadores.

Quero aproveitar para parabenizar o Glauco (Editor Chefe) e toda a equipe pela ótima qualidade do trabalho. Fico muito feliz de ter participado desta edição da revista.

Keep it Up!

PS> A revista se encontra à venda nas maiores bancas e livrarias.

Maiores informações: http://www.portalbpm.com.br/

Abs

Gart Capote

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Curso de BPM - Novas Inscrições

Sr(a)s,

Respondendo os 2 últimos comentários, e para os e-mails solicitando a participação no curso:
Digam para qual e-mail eu posso encaminhar o material.

Certo?

;)

Obs.: Próxima segunda-feira (29/10), enviarei o segundo capítulo do curso.

Abraços,

Gart Capote

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Ajustes!

Sr(a)s.

Precisei trocar o título do post. Saindo o original "Mini-Curso BPM", dando lugar ao "Curso de BPM". Pode parecer uma certa "besteira", mas recebi várias reclamações sobre a dificuldade de encontrar o link para o Blog no google, sendo assim...

Aproveitando, como estamos na leitura do primeiro capítulo?
Aguardo os e-mails.

É isso.

Abs

Gart Capote

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Curso de BPM - Primeiro Capítulo

Sr(a)s,

Declaro iniciado o primeiro Curso de BPM via blog do Brasil!

Será mesmo o primeiro? Eu nunca ouvi falar de outro igual... Alguém aí sabe de outro no mesmo formato?
Até descobrir o contrário, vou aproveitar, e me vangloriar do feito!
;)

Conforme combinado com todos os inscritos no mini-curso de BPM (via blog), já está disponível a enquete sobre o conteúdo dos capítulos, e claro, esse eloquente post (que será usado para receber os comentários, e as considerações a respeito do material recebido).

Para começar o curso é bem simples - não requer prática, ou habilidade, basta abrir o documento que enviei, ler (isso é importante), responder a enquete, e fazer seus comentários.

Bom, é isso.
Espero os comentários de todos os participantes.

Boa leitura!

Gart Capote

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Curso de BPM

Votação encerrada!

O tema do primeiro mini-curso de BPM será Conceitual.

Se você não está na lista de distribuição do blog, faça um comentário solicitando o material (deixando o e-mail para envio), e assim será adicionado.

Todos receberão o primeiro capítulo na próxima semana (acredito que na segunda).

Obrigado a todos que participaram da votação e se inscreveram no curso.

Abraços,

Gart Capote

domingo, 16 de setembro de 2007

Maturidade em Projetos BPM


Logo após a venda, já na fase de implementação de projetos BPM, vivemos momentos de grandes expectativas quanto aos resultados esperados pelos clientes, e claro, uma exaltação criadora equivalente por parte dos fabricantes.

Nada de novo até aí, mas com base na realidade do mercado atual, gostaria de propor uma questão:

O quanto devemos esperar de um projeto de BPM?

Ouviremos respostas que, em sua grande maioria, são o reflexo da vontade do dono do processo, foram estimadas pelos grandes analistas de mercado, e acima de tudo, tentam alcançar as metas de redução de custo e retorno do investimento.

Sendo assim, podemos concluir que, a expectativa de resultado, atualmente, está muito mais relacionada a um desejo, do que em parâmetros e métricas conhecidas.

É um tanto quanto paradoxo. Realizamos um projeto que busca, dentre outras coisas, trazer informação e gestão do negócio com base nas propriedades e métricas identificadas e monitoradas, e por outro lado, avaliamos o seu resultado com um peso considerável dos nossos desejos e anseios.

Não estou dizendo que isso é um erro total, mas no mínimo, é uma forma pouco madura de avaliação.

O objetivo deste artigo não é buscar uma justiça divina e imparcial nas avaliações de resultado, mas sim mostrar que temos um caminho por percorrer, e que para percorrer esse novo caminho, precisamos nos mexer.

Não existe uma linha de chegada para projetos de BPM.

*******

Existem diversas iniciativas de modelos de avaliação de maturidade em BPM.

Modelos baseados nos moldes CMM (Capability Maturity Model), com o mesmo uso da escala evolutiva em cinco níveis de maturidade (Foco deste artigo).

Modelos que dividem a organização em grupos distintos baseando-se no grau e na progressão dos processos, tentando definir a maturidade usando duas dimensões – avaliando da eficiência e da efetividade para classificar os processos.

Mais recentemente temos a proposta de um modelo de avaliação baseada em seis fatores principais: Alinhamento estratégico, governança, métodos, TI, pessoas, e cultura. Por se tratar de uma proposta que aglutina outros três modelos (inclusive o baseado no CMM), vamos analisá-lo com mais detalhes na próxima matéria.

Nos moldes CMM, temos o quadro no topo deste post. Este quadro é um demonstrativo dos níveis de sofisticação das iniciativas em BPM. Abaixo temos o detalhamento de cada fase:

1- Estado inicial

Uma organização no primeiro estágio, terá realizado muito pouco no que diz respeito a coordenação e estruturação de iniciativas em BPM.

Tipicamente, uma organização nesse estágio pode possuir as seguintes características:

> Abordagens do tipo específicas (ad-hoc)

> Esforços individuais (TI ou Negócios)

> Várias e não consolidadas abordagens para metodologia, ferramentas e técnicas

> Escopo bastante limitado das iniciativas

> Envolvimento mínimo dos colaboradores (funcionários)

> Pouca confiança nas habilidades de BPM externas

> Alto nível de intervenção manual e contornos (work-arounds)

2- Repetível

Uma organização no nível 2 de maturidade terá feito alguma progressão pós-primeiro projeto de BPM. Estará iniciando uma capacitação em BPM e aumentando o número de pessoas que enxergam a organização por uma perspectiva de processos. Tipicamente, uma organização nesse estágio pode possuir as seguintes características:

> Primeiro processo documentado

> Reconhecimento da importância do BPM

> Maior envolvimento de executivos e alta gerência

> Um objetivo maior para a exploração do BPM

> Uso extensivo de modelagem de processos com repositórios simples

> Primeiros passos na metodologia estruturada e padrões

> Maior confiança nas habilidades externas de BPM

3- Definido

Uma organização no nível 3 de maturidade estará experimentando um considerável aumento na cinética de busca pelo desenvolvimento da capacitação em BPM, e uma razoável expansão do número de pessoas que enxergam a empresa pela perspectiva dos processos. Tipicamente, uma organização nesse estágio pode possuir as seguintes características:

> Foco na gestão dos estágios “primários” dos processos

> Uso de ferramentas elaboradas (modelagem dinâmica, aplicações baseadas em servidores, múltiplos usuários)

> Uma combinação de diferentes métodos e ferramentas de gerenciamento de processos (workflow management e gerenciamento de risco baseado em processos)

> Uso mais extensivo da tecnologia para entrega e comunicação de BPM (diagramas de processos disponíveis na intranet)

> Sessões formais de treinamento em BPM

> Menor dependência de habilidades externas em BPM

4- Gerenciado

Uma organização no nível 4 de maturidade estará usufruindo dos benefícios de se ter BPM nas trincheiras estratégicas. Tipicamente, uma organização nesse estágio pode possuir as seguintes características:

> Um centro de gestão de processos estabelecido e guardião dos padrões

> Congruência das perspectivas de TI e Negócios na gestão de processos (Workflow management e custo baseado em atividade)

> Cargos formais na gestão de processos

> Métodos e tecnologias consolidados e aceitos

> Orientação a processos como um fator mandatório para projetos

> Dependência mínima nas habilidades externas em BPM

5- Otimizado

Uma organização no nível 5 de maturidade estará usufruindo dos benefícios de se ter BPM como parte essencial, tanto para a gestão estratégica, quanto para a gestão operacional. Tipicamente, uma organização nesse estágio pode possuir as seguintes características:

> Gestão de processos é parte das atividades dos gestores

> Gestão de processos na medição de resultados

> Uma abordagem mais ampla da empresa, que incorpora clientes, fornecedores, distribuidores, e outros importantes atores do negócio

> Gerência estabelecida e ativa no ciclo da gestão de processos

> O centro de gestão de processos de negócio reduz de tamanho a medida que os processos se tornam mais “simples”


Conclusão:

O caminho para a avaliação efetiva de resultados nos projetos de BPM ainda tem um longo percurso. A boa notícia. Esse caminho é pavimentado à medida que o percorremos.

É preciso encarar com seriedade, perseverar na evolução continuada dos trabalhos, e principalmente, se envolver nesse novo caminho. Envolver-se de tal forma que fique notório que um projeto de BPM não é apenas mais um projeto, onde temos, compra de produtos, contratação de consultores, e os prazos apertados. É um projeto de gestão. Ele trata da vida e da permanência da empresa no mercado.

A melhoria dos processos e a obtenção de resultados não pode ser encarado como o fim, mas apenas como o começo da gestão baseada em processos.

BPM, a gestão por processos, ou baseada em processos, é uma das diversas formas de gestão de negócios, e não um acrônimo mágico capaz de resolver todos os problemas de uma organização, simplesmente por você ter aderido a ele.

Assim como não se espera ficar livre de todos os males relacionados a saúde do homem quando se faz um exame médico, não devemos esperar a erradicação definitiva das agruras corporativas por termos adquirido uma nova ferramenta. Ainda somos necessários como seres humanos. BPM veio para nos auxiliar na gestão dos negócios e nas tomadas de decisão, e mais, veio para nos liberar de atividades menos “nobres”, e então, permitir que a gestão estratégica ocorra em sua plenitude.

Conforme citei no início desta matéria. Não temos uma linha de chegada.

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

O que é, o que é?

Estava Eu – em pleno Domingo, lendo e relendo alguns capítulos de livros sobre Administração, Gestão de Negócios, BPM, Reegenharia de Processos, e outros assuntos tão divertidos quanto, quando me ocorreu o seguinte (pasmem):

Qual seria a definição de BPM?

Por mais estranho que possa parecer, mesmo trabalhando com BPM, sendo um contumaz leitor – e por que não – pesquisador do assunto, não encontrei uma resposta “comum” entre os escritores, acadêmicos, fabricantes, clientes e consultores.
Me parece que esse acrônimo de 3 letras tem tantas definições quanto fabricantes, pesquisadores, acadêmicos, analistas, vendedores, etc.

Resolvi solucionar este problema...
Pelo menos para mim, e claro, para os devotos leitores deste humilde blog.
:)

Sem mais delonga, segue uma leve catarse:

Primeiramente, na minha opinião, e de muitos praticantes e escritores, BPM não equivale a uma ferramenta tecnológica, ou produto. Acredito que este seja um dos poucos consensos.
Existe um número bastante significante de melhorias de processo de negócio que podem ser alcançadas sem a compra de uma tecnologia específica.
Mas, seria a tecnologia necessária?
Sim. Principalmente no que tange a fase de modelagem de processos.
A falta de uma ferramenta de modelagem eficiente, amigável, com uma notação bem documentada, pode – realmente - impedir a realização de melhorias em processos complexos.

Vale a ressalva:
Uma ferramenta de modelagem de processo, por melhor que seja, é apenas um software. Sem uma metodologia/framework, sem recursos habilidosos para usá-la, e um verdadeiro comprometimento da Chefia, a ferramenta se torna inútil.

Tenho lido de diversos fornecedores e “analistas da industria” que as ferramentas de automação são elementos fundamentais de BPM. Eles tendem a afirmar que BPM é sobre tecnologia. Por outro lado, se você levar em conta alguns dos maiores envolvidos em BPM, estudiosos e envolvidos em gestão estratégica, você chegará ao ponto em comum onde afirmam que: BPM é obviamente sobre gerenciamento de processos de negócio – tendo a organização como foco primário.

Encontrei essa definição em um livro MUITO bom sobre BPM:

BPM é a realização dos objetivos de uma organização através da melhoria, do gerenciamento e controle dos seus processos de negócio essenciais.

Livro:
Business Process Management – John Jeston – Johan Nelis – 2006
ISBN: 978-0-7506-6921-4

Vale adicionar o conceito de que gerenciamento de processos é uma parte da gestão “normal” de um negócio. É vital que os líderes e gestores reconheçam que não existe uma linha de chegada na melhoria de processos, mas sim uma contínua manutenção.

Alguns tipos comuns de (mau)uso desse tão querido acrograma:

1- Fornecedores que focam apenas na solução tecnológica da melhoria de processos;
2- Fornecedores que pensam em BPM como Business Performance Management;
3- Consultorias que usam BPM para continuar com seu trabalho de reengenharia de processos;
4- Gerências que desejam pular no barco do BPM, mas sem idéia de para onde estão indo, ou de como é a viajem;
5- Analistas de Processos que usam BPM para inflar suas aspirações profissionais e surfar mais uma onda.


Bom, é isso.
Ajudei, ou atrapalhei?

Até o próximo post.

terça-feira, 21 de agosto de 2007

Arrivé!

Muito boa notícia!!!

Cheguei inteiro em São Paulo!

Ok. Essa não era a notícia, apenas o prelúdio...

Para todos que receberam meu e-mail de ontem, isso até faz algum sentido. Para os que não receberam, vou explicar:

Vou ficar até fim de setembro em Sampa, e prometi para alguns bons amigos que nos encotraremos para um chopp. Prometo que vou tentar. ;)

Bom, estou iniciando um importante projeto aqui na Cidade. Uma grande Empresa de Telecom, líder em seu segmento, acaba de nos contratar (sem nomes por enquanto).

Mais uma vez, e com muito orgulho, irei realizar e conduzir todas as fases do projeto de BPM. Esperamos mais um grande sucesso com esse projeto.

Estou com a idéia de postar semanalmente um resumo (as atividades, as questões, a forma, etc.). Praticamente um grande irmão do projeto. Sem detalhes do negócio - claro, mas com bastante informação metodológica. Vocês gostariam?

Quem quiser, favor comentar com o e-mail para envio (pode deixar que vou moderar os comments, e retirar os e-mails).

Um abraço!