sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Frameworks e Padrões

Alguém por aí já leu, ou conhece algo sobre "Omega Framework" – Mark MacGregor?
E o uso de Six-Sigma em BPM?

Vamos falar sobre esses assuntos no nosso fórum.

Para participar é simples.

NÃO CADASTRADOS:

1. Acesse http://mundobpmforum.invisionplus.net/
2. Crie seu login
3. Selecione a categoria Frameworks e Padrões
4. Clique no fórum “Omega e Six Sigma”
5. Escolha o tópico


CADASTRADOS:

Clique no link abaixo:

http://mundobpmforum.invisionplus.net/index.php?mforum=mundobpmforum&showtopic=7


Encontro vocês lá!

Abs

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Fórum de BPM

Sr(a)s.

Está aberto nosso fórum de discussão sobre BPM.

Atendendo a diversos pedidos (1), criei um fórum sobre BPM. Dessa forma teremos uma maior interatividade nos assuntos, e claro, um ponto de encontro para troca de informações sobre nosso curso de BPM.
Portanto, peço humildemente para todos os atuais participantes do curso, e quem mais quiser participar:
Por favor, cadastre-se no fórum (de graça - é claro!) e lá daremos continuidade.

http://mundobpmforum.invisionplus.net/

Este blog continuará sendo atualizado com matérias, artigos, e outras informações pertinentes.
O objetivo do fórum é ganhar um pouco mais de agilidade na participação.

Um abraço, e espero vocês lá!

Gart Capote

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Curso de BPM - Entrega do Segundo Capítulo

Finalmente!!!

Após um looongo inverno, está entregue o segundo capítulo do nosso curso de BPM.

Peço aos participantes que - por favor - ao terminar a leitura, façam o que está escrito na última página. Combinado?

Fico no aguardo.

Abs,

Gart Capote

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Curso de BPM - Segundo Capítulo

Queridos Leitores,

Primeiramente, preciso pedir desculpas pela demora no envio do segundo capítulo do nosso curso de BPM.
Estou tendo dificuldades "logísticas" para providenciar tudo a contento, mas não vamos desanimar. Ok?

Então, é o seguinte:
Prometo que vou enviar até amanhã (28/11/07) o segundo capítulo!

Obs.: Recebi mais umas 20 e poucas solicitações de participação no curso. Não tem problema. Só que vocês precisam me dizer o e-mail para envio!!!!





Obrigado a todos pelo interesse e participação. Como já disse antes - Esse é o meu salário!

;)

Abs
Gart Capote

Revista Portal BPM

Sr(a)s.

É com grande orgulho que comunico a publicação de um artigo meu na revista Portal BPM.

Para quem não conhece, a revista é a pioneira a tratar de BPM e SOA no Brasil. É muito bem cuidada, possui ótimas matérias, artigos, e diagramação.

Realmente uma ótima iniciativa dos realizadores.

Quero aproveitar para parabenizar o Glauco (Editor Chefe) e toda a equipe pela ótima qualidade do trabalho. Fico muito feliz de ter participado desta edição da revista.

Keep it Up!

PS> A revista se encontra à venda nas maiores bancas e livrarias.

Maiores informações: http://www.portalbpm.com.br/

Abs

Gart Capote

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Curso de BPM - Novas Inscrições

Sr(a)s,

Respondendo os 2 últimos comentários, e para os e-mails solicitando a participação no curso:
Digam para qual e-mail eu posso encaminhar o material.

Certo?

;)

Obs.: Próxima segunda-feira (29/10), enviarei o segundo capítulo do curso.

Abraços,

Gart Capote

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Ajustes!

Sr(a)s.

Precisei trocar o título do post. Saindo o original "Mini-Curso BPM", dando lugar ao "Curso de BPM". Pode parecer uma certa "besteira", mas recebi várias reclamações sobre a dificuldade de encontrar o link para o Blog no google, sendo assim...

Aproveitando, como estamos na leitura do primeiro capítulo?
Aguardo os e-mails.

É isso.

Abs

Gart Capote

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Curso de BPM - Primeiro Capítulo

Sr(a)s,

Declaro iniciado o primeiro Curso de BPM via blog do Brasil!

Será mesmo o primeiro? Eu nunca ouvi falar de outro igual... Alguém aí sabe de outro no mesmo formato?
Até descobrir o contrário, vou aproveitar, e me vangloriar do feito!
;)

Conforme combinado com todos os inscritos no mini-curso de BPM (via blog), já está disponível a enquete sobre o conteúdo dos capítulos, e claro, esse eloquente post (que será usado para receber os comentários, e as considerações a respeito do material recebido).

Para começar o curso é bem simples - não requer prática, ou habilidade, basta abrir o documento que enviei, ler (isso é importante), responder a enquete, e fazer seus comentários.

Bom, é isso.
Espero os comentários de todos os participantes.

Boa leitura!

Gart Capote

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Curso de BPM

Votação encerrada!

O tema do primeiro mini-curso de BPM será Conceitual.

Se você não está na lista de distribuição do blog, faça um comentário solicitando o material (deixando o e-mail para envio), e assim será adicionado.

Todos receberão o primeiro capítulo na próxima semana (acredito que na segunda).

Obrigado a todos que participaram da votação e se inscreveram no curso.

Abraços,

Gart Capote

domingo, 16 de setembro de 2007

Maturidade em Projetos BPM


Logo após a venda, já na fase de implementação de projetos BPM, vivemos momentos de grandes expectativas quanto aos resultados esperados pelos clientes, e claro, uma exaltação criadora equivalente por parte dos fabricantes.

Nada de novo até aí, mas com base na realidade do mercado atual, gostaria de propor uma questão:

O quanto devemos esperar de um projeto de BPM?

Ouviremos respostas que, em sua grande maioria, são o reflexo da vontade do dono do processo, foram estimadas pelos grandes analistas de mercado, e acima de tudo, tentam alcançar as metas de redução de custo e retorno do investimento.

Sendo assim, podemos concluir que, a expectativa de resultado, atualmente, está muito mais relacionada a um desejo, do que em parâmetros e métricas conhecidas.

É um tanto quanto paradoxo. Realizamos um projeto que busca, dentre outras coisas, trazer informação e gestão do negócio com base nas propriedades e métricas identificadas e monitoradas, e por outro lado, avaliamos o seu resultado com um peso considerável dos nossos desejos e anseios.

Não estou dizendo que isso é um erro total, mas no mínimo, é uma forma pouco madura de avaliação.

O objetivo deste artigo não é buscar uma justiça divina e imparcial nas avaliações de resultado, mas sim mostrar que temos um caminho por percorrer, e que para percorrer esse novo caminho, precisamos nos mexer.

Não existe uma linha de chegada para projetos de BPM.

*******

Existem diversas iniciativas de modelos de avaliação de maturidade em BPM.

Modelos baseados nos moldes CMM (Capability Maturity Model), com o mesmo uso da escala evolutiva em cinco níveis de maturidade (Foco deste artigo).

Modelos que dividem a organização em grupos distintos baseando-se no grau e na progressão dos processos, tentando definir a maturidade usando duas dimensões – avaliando da eficiência e da efetividade para classificar os processos.

Mais recentemente temos a proposta de um modelo de avaliação baseada em seis fatores principais: Alinhamento estratégico, governança, métodos, TI, pessoas, e cultura. Por se tratar de uma proposta que aglutina outros três modelos (inclusive o baseado no CMM), vamos analisá-lo com mais detalhes na próxima matéria.

Nos moldes CMM, temos o quadro no topo deste post. Este quadro é um demonstrativo dos níveis de sofisticação das iniciativas em BPM. Abaixo temos o detalhamento de cada fase:

1- Estado inicial

Uma organização no primeiro estágio, terá realizado muito pouco no que diz respeito a coordenação e estruturação de iniciativas em BPM.

Tipicamente, uma organização nesse estágio pode possuir as seguintes características:

> Abordagens do tipo específicas (ad-hoc)

> Esforços individuais (TI ou Negócios)

> Várias e não consolidadas abordagens para metodologia, ferramentas e técnicas

> Escopo bastante limitado das iniciativas

> Envolvimento mínimo dos colaboradores (funcionários)

> Pouca confiança nas habilidades de BPM externas

> Alto nível de intervenção manual e contornos (work-arounds)

2- Repetível

Uma organização no nível 2 de maturidade terá feito alguma progressão pós-primeiro projeto de BPM. Estará iniciando uma capacitação em BPM e aumentando o número de pessoas que enxergam a organização por uma perspectiva de processos. Tipicamente, uma organização nesse estágio pode possuir as seguintes características:

> Primeiro processo documentado

> Reconhecimento da importância do BPM

> Maior envolvimento de executivos e alta gerência

> Um objetivo maior para a exploração do BPM

> Uso extensivo de modelagem de processos com repositórios simples

> Primeiros passos na metodologia estruturada e padrões

> Maior confiança nas habilidades externas de BPM

3- Definido

Uma organização no nível 3 de maturidade estará experimentando um considerável aumento na cinética de busca pelo desenvolvimento da capacitação em BPM, e uma razoável expansão do número de pessoas que enxergam a empresa pela perspectiva dos processos. Tipicamente, uma organização nesse estágio pode possuir as seguintes características:

> Foco na gestão dos estágios “primários” dos processos

> Uso de ferramentas elaboradas (modelagem dinâmica, aplicações baseadas em servidores, múltiplos usuários)

> Uma combinação de diferentes métodos e ferramentas de gerenciamento de processos (workflow management e gerenciamento de risco baseado em processos)

> Uso mais extensivo da tecnologia para entrega e comunicação de BPM (diagramas de processos disponíveis na intranet)

> Sessões formais de treinamento em BPM

> Menor dependência de habilidades externas em BPM

4- Gerenciado

Uma organização no nível 4 de maturidade estará usufruindo dos benefícios de se ter BPM nas trincheiras estratégicas. Tipicamente, uma organização nesse estágio pode possuir as seguintes características:

> Um centro de gestão de processos estabelecido e guardião dos padrões

> Congruência das perspectivas de TI e Negócios na gestão de processos (Workflow management e custo baseado em atividade)

> Cargos formais na gestão de processos

> Métodos e tecnologias consolidados e aceitos

> Orientação a processos como um fator mandatório para projetos

> Dependência mínima nas habilidades externas em BPM

5- Otimizado

Uma organização no nível 5 de maturidade estará usufruindo dos benefícios de se ter BPM como parte essencial, tanto para a gestão estratégica, quanto para a gestão operacional. Tipicamente, uma organização nesse estágio pode possuir as seguintes características:

> Gestão de processos é parte das atividades dos gestores

> Gestão de processos na medição de resultados

> Uma abordagem mais ampla da empresa, que incorpora clientes, fornecedores, distribuidores, e outros importantes atores do negócio

> Gerência estabelecida e ativa no ciclo da gestão de processos

> O centro de gestão de processos de negócio reduz de tamanho a medida que os processos se tornam mais “simples”


Conclusão:

O caminho para a avaliação efetiva de resultados nos projetos de BPM ainda tem um longo percurso. A boa notícia. Esse caminho é pavimentado à medida que o percorremos.

É preciso encarar com seriedade, perseverar na evolução continuada dos trabalhos, e principalmente, se envolver nesse novo caminho. Envolver-se de tal forma que fique notório que um projeto de BPM não é apenas mais um projeto, onde temos, compra de produtos, contratação de consultores, e os prazos apertados. É um projeto de gestão. Ele trata da vida e da permanência da empresa no mercado.

A melhoria dos processos e a obtenção de resultados não pode ser encarado como o fim, mas apenas como o começo da gestão baseada em processos.

BPM, a gestão por processos, ou baseada em processos, é uma das diversas formas de gestão de negócios, e não um acrônimo mágico capaz de resolver todos os problemas de uma organização, simplesmente por você ter aderido a ele.

Assim como não se espera ficar livre de todos os males relacionados a saúde do homem quando se faz um exame médico, não devemos esperar a erradicação definitiva das agruras corporativas por termos adquirido uma nova ferramenta. Ainda somos necessários como seres humanos. BPM veio para nos auxiliar na gestão dos negócios e nas tomadas de decisão, e mais, veio para nos liberar de atividades menos “nobres”, e então, permitir que a gestão estratégica ocorra em sua plenitude.

Conforme citei no início desta matéria. Não temos uma linha de chegada.